Pular para o conteúdo principal

Coronel R/1 do Exército Brasileiro xingou corporação e Autoridades Militares, é expulso e pede desculpas para a sua turma: "sempre fui apaixonado pelo Exército". Confira matéria, créditos CNN.

 

Exército demite militar que xingou corporação e colegas durante atos criminosos em Brasília

Na gravação, que teria sido feita durante os atos criminosos de domingo (8), o coronel diz que se sente envergonhado de ser militar

coronel da reserva Adriano Camargo Testoni
coronel da reserva Adriano Camargo TestoniReprodução/Redes Sociais

Leonardo Ribbeiroda CNN

em Brasília

Ouvir notícia

O Comando do Exército demitiu nesta terça-feira (10) o coronel da reserva Adriano Camargo Testoni por ter aparecido em vídeo que circula na internet ofendendo a instituição e integrantes da corporação. O militar exercia cargo comissionado no Hospital das Forças Armadas (HFA).

Na gravação, que teria sido feita durante os atos criminosos de domingo (8), na Esplanada dos Ministérios, o coronel diz que se sente envergonhado de ser militar.

“Vergonha de ter passado 35 anos na caserna e ver agora o povo ser achincalhado, bombardeado; e os filhos da p**  da nossa Força devem estar com o c** tomando uísque em casa no domingo.”

Testoni ainda cita nominalmente alguns generais do Exército e dispara outras palavras de baixo calão.

Ele atuava como assessor da Divisão de Coordenação Administrativa e Financeira do HFA. Além da perda do cargo, o coronel está sujeito a punições previstas no Regulamento Disciplinar do Exército (RDE), mesmo não estando na ativa.

CNN tentou contato com o militar, mas até o momento não obteve retorno.

Em um outro vídeo que circula em grupos de mensagens, Testoni pede desculpas pelo que disse e alega que fez as afirmações no calor do momento.

“A falta de informações faz a gente pensar um monte de besteira. Nesse momento eu só quero me retratar em especial com vocês na minha turma, que sabem: sempre fui apaixonado pelo Exército”, completa.

Créditos Exército Brasileiro

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trama golpista: Tenente-coronel admite plano para prender 'juízes supremos', mas diz que documento era “ferramenta de análise"

    Trama golpista: Tenente-coronel admite plano para prender 'juízes supremos', mas diz que documento era “ferramenta de análise". Segundo a Polícia Federal, esse foi mais um dos planos dos golpistas para manter o então presidente da República, Jair Bolsonaro, no poder mesmo após a derrota nas eleições 2022. Créditos G1, leia mais: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/07/28/trama-golpista-tenente-coronel-admite-plano-para-prender-juizes-supremos-mas-diz-que-documento-era-ferramenta-de-analise.ghtml *Receba as principais sobre o Brasil através do nosso grupo no Whatsapp:  https://chat.whatsapp.com/DSgqXE693vkKpFU9avrFcO   * Siga o Instagram da Rede LFS de Comunicação — @redelfsdecomunicacao —  http://instagram.com/redelfsdecomunicacao      ——————————————  

Moraes mantém prisão de “kid preto” - Rodrigo Bezerra Azevedo - e autoriza visitas após fone escondido

Moraes mantém prisão de “kid preto” e autoriza visitas após fone escondido Rodrigo Bezerra Azevedo está preso desde novembro por suposta participação em planos de golpe de Estado e morte de Lula, Alckmin e Moraes Elijonas Maia da CNN   , Brasília 28/01/2025 às 08:14   Tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo   • Reprodução Ouvir notícia 0:00 1.0x O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes manteve a prisão preventiva do tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo, um dos “kids pretos” que, segundo a Polícia Federal, integrava a organização que planejou a morte de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin (PSB) e Moraes. Azevedo faz parte do grupo de elite do Exército e está preso desde novembro na operação “Contragolpe” pela suspeita de participar do suposto plano de golpe de Estado. Na decisão publicada nesta segunda-feira (27), o ministro Moraes também permitiu a retomada de visitas da esposa e da filha ao militar, que está custodiado no Comando Mi...

Freire Gomes nega ter ordenado prisão de Bolsonaro e diz que apenas alertou sobre “consequências jurídicas”

Freire Gomes nega ter ordenado prisão de Bolsonaro e diz que apenas alertou sobre “consequências jurídicas” Em acareação no STF com Anderson Torres, general afirma que advertiu Bolsonaro sobre riscos de um decreto de exceção e que ele desistiu após a conversa Leia mais »»   Créditos Brasil 247